Costuma transitar de carro por ruas e estradas com seu pet? Saiba que, mesmo a lei não sendo rígida em relação ao transporte de bichos de estimação em automóveis, medidas de segurança podem evitar ferimentos tanto nos ocupantes humanos do veículo como nos passageiros de quatro patas.
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O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê punição para o motorista flagrado dirigindo com animais entre os braços ou as pernas (veja trechos da lei ao lado). O condutor também estará cometendo infração se transportá-los do lado de fora do veículo. Mas, se o carona estiver com o pet no colo, ou o bicho estiver solto no banco de trás, não há penalização. É uma falha grande da lei. Se o animal for jogado para frente ou para trás, há um risco de machucar as pessoas. O mais seguro é que o bicho fique dentro de uma caixa, e a caixa, presa ao cinto de segurança diz o chefe de comunicação social da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Alessandro Castro.
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Se o bicho estiver livre, além dos riscos de lesões em caso de uma freada brusca ou de uma colisão, há a possibilidade de o condutor se distrair com o pet. O ideal é que eles estejam contidos. Se o animal estiver solto, pode querer pular no colo do motorista diz o administrador do Emporium Pet Store, Fernando Pereira Pretto.
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No mercado, há diferentes opções para conter os pets. O produto mais básico e barato é o cinto de segurança que deve ser preso à coleira ou peiteira e fixado no engate entre os bancos do carro. O preço do acessório pode variar de R$ 15 a R$ 60, dependendo do tipo de material e dos enfeites.Caixas transportadoras também são indicadas, mas são mais caras, de acordo com o tamanho do animal. Podem custar de R$ 50 a R$ 1 mil. Para gatos, são a melhor opção, já que felinos são resistentes à peiteira. Veterinária da Peti Gatô, Camyla Santos Silveira orienta que a caixa seja contida com cinto de segurança do veículo.
Caso a viagem de carro com o pet seja interestadual, é bom estar atendo a outro detalhe: a carteirinha de vacinação. De acordo com o veterinário da Pet Shop Feito Gente, Claudio Roberto Cros Leite, a vacinação do bicho tem de estar em dia. Para cães, a antirrábica e a polivalente devem ser aplicadas com no mínimo 30 dias de antecedência da viagem. Além disso, é preciso portar um atestado emitido por um veterinário que demonstre a sanidade do animal. Esse documento tem validade de apenas 10 dias.
É uma medida para evitar que um animal leve doença de um Estado para outro explica.
Olga vai de cinto
Olga, a dachshund de oito meses da veterinária Camyla Santos Silveira, 28 anos, adora um passeio de carro. Viagens longas, Camyla nunca fez com a filhote. Mas nos pequenos percursos pela cidade, a veterinária leva Olga contida no cinto de segurança, no banco de trás. Para isso, prende a peiteira do cachorro no cinto para animais que, por sua vez, é engatado no encaixe do cinto do veículo.
Ela vai comigo para onde eu vou. Ela já sabe o caminho do carro. Às vezes, eu só vou pegar alguma coisa no carro, e ela vem c"